Em mais um episódio alarmante que ilustra o descontrole e a falta de preparo de agentes de segurança, um policial que permanece acobertado pelo anonimato institucional protagonizou um ato de puro vandalismo e violência gratuita.
Durante o atendimento a uma ocorrência de roubo de bolsas, o agente demonstrou total incapacidade de cumprir sua função primordial: capturar o verdadeiro criminoso. Frustrado com a própria incompetência após ver o suspeito escapar ileso, o policial resolveu descontar sua frustração em cima de um cidadão inocente. Sem justificativa alguma, ele efetuou 1 disparo com uma arma de fogo contra a motocicleta de um trabalhador anônimo que nada tinha a ver com a situação.
O caso escancara a face mais covarde da violência policial, onde o cidadão de bem, que paga impostos para manter a estrutura de segurança, se vê na mira de quem deveria protegê-lo. É inadmissível que a farda sirva de salvo-conduto para atos de vandalismo e abuso de autoridade.
Até o momento, as autoridades seguem no silêncio corporativista de sempre, sem se pronunciar sobre a identidade do agressor ou as medidas drásticas que deveriam ser tomadas imediatamente. Enquanto a corregedoria faz corpo mole, a população segue refém de agentes que usam o distintivo para agir à margem da lei.
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